Santa Isabel é território de chácara, sítio e casa de campo — e automação nesse contexto tem prioridades diferentes das de uma casa urbana. Atendemos a cidade com projeto próprio, resolvendo primeiro o que realmente incomoda em imóvel de uso intermitente: acesso, água, energia, internet e vigilância.
Santa Isabel ocupa uma área rural extensa entre Guarulhos, Arujá, Mogi das Cruzes, Guararema e Igaratá, cortada pela Rodovia Dom Pedro I (SP-065) e a poucos quilômetros do Aeroporto de Guarulhos. O perfil predominante não é o loteamento urbano: são propriedades grandes, muitas usadas como segunda residência, com casa principal, área de lazer, piscina, portão distante da casa e — com frequência — poço, bomba e caixa d'água como parte da rotina.
Num imóvel assim, os pedidos mais comuns não são cena de iluminação: são saber se o portão ficou aberto, se a bomba está funcionando, se a piscina foi filtrada, se falta água na caixa e se a câmera está gravando quando ninguém está lá. Tudo isso é automação — só que aplicada onde o dono da casa realmente sente falta. Iluminação, clima e áudio entram depois, e entram melhor quando a base de rede e energia está resolvida.
De Mogi das Cruzes até Santa Isabel são cerca de 40 km pela Dom Pedro I. Em propriedade rural, o deslocamento pesa mais no pós-venda do que na instalação — por isso projetamos pensando em diagnóstico remoto: registro de eventos, alerta de falha e acesso seguro ao sistema, pra que boa parte das dúvidas seja resolvida sem esperar visita.
A maior parte do custo de automação não está no equipamento: está em abrir parede depois. Se você está construindo ou reformando em Santa Isabel, os itens que precisam entrar no projeto elétrico antes do contrapiso são eletroduto com reserva, pontos de rede cabeada, espaço de quadro e um local ventilado pro rack. Escrevemos isso em detalhe na página para arquitetos e designers — vale a leitura mesmo se você é o proprietário conversando com o seu projetista.
Trabalhamos com o ecossistema Scenario — plataforma brasileira de automação de alto padrão, com central local que funciona mesmo sem internet e keypads de parede — integrada a marcas de referência como UniFi, Intelbras, AAT e Garvan, tudo num único sistema de controle. Quando um equipamento precisa entrar no sistema e não tem driver pronto, desenvolvemos o driver.
As caixas acústicas, subwoofers, amplificadores multiroom e cabos da linha AAT que usamos nos projetos estão listados na nossa loja da linha AAT.
"A Smart Home fez e tem feito um ótimo trabalho na minha casa. Projeto equilibrado, sem exageros. Mas o mais importante é o pós-venda bem feito. Automação sem pós-venda não adianta."
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Não pra funcionar; sim pra você acompanhar de longe. A central é local e as automações continuam rodando mesmo com a internet fora: portão, iluminação, bomba e filtragem seguem programados. O que depende de conexão é o acesso pelo celular e o envio de alertas — e por isso o projeto costuma incluir um plano de conectividade realista pra zona rural.
Sim, e isso é um dos motivos mais frequentes pra automatizar uma chácara. Com sensor de nível e monitoramento do acionamento, o sistema avisa quando a bomba tentou ligar e não houve resposta, ou quando o nível não subiu no tempo esperado — o que evita chegar no fim de semana sem água ou com bomba trabalhando a seco.
O projeto prevê o que precisa voltar sozinho e o que não deve voltar sozinho depois de uma queda — portão, bomba e filtragem têm tratamento diferente. Também dá pra manter central, gravador de câmeras e internet em nobreak, de modo que o registro não se perca justamente no momento em que a energia oscilou.
Conta pra gente o que você tem em mente — a gente responde rápido, sem enrolação.