Casa em Campos do Jordão tem dois problemas que nenhuma casa do vale tem: frio de verdade e umidade constante. E costuma ter um terceiro — fica vazia durante boa parte do mês. Automação bem projetada resolve os três, e é isso que levamos até a serra: projeto próprio, equipe própria, sem terceirizar instalação.
Campos do Jordão fica a mais de 1.600 metros de altitude e se organiza em três núcleos — Capivari, Abernéssia e Jaguaribe — com áreas residenciais de alto padrão espalhadas pelo Alto da Boa Vista, pela Vila Inglesa, pela região do Horto Florestal, por Descansópolis e pelas encostas em volta do Morro do Elefante. O padrão construtivo acompanha o clima: madeira, lareira, pé-direito alto, vidro grande virado pra vista.
Esse conjunto cria uma pauta de automação bem específica. Aquecimento é a função principal, não acessório — e aquecer uma casa grande e vazia na hora errada custa caro. Umidade ataca equipamento eletrônico, móvel de madeira e a própria caixa acústica, então exaustão e desumidificação precisam de controle. Lareira, quando é a gás, entra como carga monitorada. E como a casa costuma ser usada em temporadas, tudo isso tem que funcionar bem quando ninguém está lá pra apertar botão.
Campos do Jordão é a cidade mais distante da nossa área de atendimento: cerca de 180 km da base em Mogi das Cruzes, com a subida da serra no fim do caminho. Por isso o projeto aqui é ainda mais rigoroso na etapa de infraestrutura — cada ida tem pauta fechada e checklist, e o sistema é entregue com diagnóstico remoto habilitado, pra que ajuste e verificação não dependam de uma viagem de duas horas e meia.
A maior parte do custo de home theater não está no equipamento: está em abrir parede depois. Se você está construindo ou reformando em Campos do Jordão, os itens que precisam entrar no projeto elétrico antes do contrapiso são eletroduto com reserva, pontos de rede cabeada, espaço de quadro e um local ventilado pro rack. Escrevemos isso em detalhe na página para arquitetos e designers — vale a leitura mesmo se você é o proprietário conversando com o seu projetista.
Trabalhamos com o ecossistema Scenario — plataforma brasileira de automação de alto padrão, com central local que funciona mesmo sem internet e keypads de parede — integrada a marcas de referência como UniFi, Intelbras, AAT e Garvan, tudo num único sistema de controle. Quando um equipamento precisa entrar no sistema e não tem driver pronto, desenvolvemos o driver.
As caixas acústicas, subwoofers, amplificadores multiroom e cabos da linha AAT que usamos nos projetos estão listados na nossa loja da linha AAT.
"A Smart Home fez e tem feito um ótimo trabalho na minha casa. Projeto equilibrado, sem exageros. Mas o mais importante é o pós-venda bem feito. Automação sem pós-venda não adianta."
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Sim, e é o pedido mais comum na serra. O aquecimento pode ser disparado por horário, por comando no celular na hora de sair de casa ou por um gatilho no dia da chegada, com temperatura alvo por ambiente. A vantagem não é só conforto: aquecer só o necessário e só na hora certa é o que evita conta absurda em casa grande.
Pode estragar, e em Campos do Jordão isso é um risco real. Rack sem ventilação em ambiente úmido e fechado é o pior cenário. No projeto tratamos isso com ventilação forçada controlada, sensores de umidade, escolha de local para o rack e — em sala de cinema — materiais de tratamento acústico que não absorvem umidade como esponja.
Com monitoramento e alerta, não com esperança. O sistema envia aviso se a temperatura interna cair abaixo do limite, se a umidade subir, se uma porta ou portão abrir, ou se a energia faltar e voltar. As câmeras gravam localmente, então o registro não depende da internet estar de pé no momento do evento.
Conta pra gente o que você tem em mente — a gente responde rápido, sem enrolação.